6 de novembro de 2010

Reflexão dos 3 vídeos

Postado por Ana Paula às 12:58 0 comentários




* Os gêneros digitais e a descoberta da autoria em textos acadêmicos - Júlio Araújo (UFC)
* Identidade(s) docente(s) na era do letramento digital - Antonio Carlos Xavier (UFPE)

* Trecho do filme: Narradores de Javé

O terceiro vídeo (Narradores de Javé- parte 1) mostra a realidade de um povoado em que a prática da leitura e escrita não é considerada importante, até que se vêem em uma situação em que surge tal necessidade.

A terra em que o povo morava não possuía escritura, a palavra de cada um era a própria escritura. Para identificar de quem era a propriedade, o povo cantava de que local até que local ia o seu pedaço de terra e isso era respeitado por todos e a propriedade passava de pai para filho.

Sem o recurso da leitura e escrita, eles acharam um meio de se comunicar e se entender, de criar um recurso com o mesmo valor para eles (o que se constitui nos gêneros literários daquela região), porém a leitura e escrita são importantes dentro do contexto social em que vivemos, pois não vivemos isolados e em determinado momento precisaremos utilizá-las.

Com o avanço da tecnologia há uma exigência cada vez maior que as pessoas não apenas saibam ler e escrever, mas que tenham conhecimento em todas as “novas tecnologias” que chegam de forma muito rápida e vão embora da mesma forma, dando lugar para outra. Quando a pessoa está aprendendo a mexer em determinada ferramenta, surge outra mais “atual”, com mais recursos e a anterior torna-se ultrapassada.

Essas novas tecnologias têm surtido muitos efeitos na sociedade como é mostrado no vídeo “Identidades docentes na era do letramento digital”. Um dos efeitos foi no aspecto das mudanças no mundo do trabalho, onde a introdução da tecnologia causou muito desemprego. Com a chegada da computação na área da educação houve o pensamento de que o computador substituiria o professor. Outro efeito foi a idéia de progresso em que predominou o pensamento de que quanto mais tecnologia mais qualidade de vida.

As formas de aprendizagem também sentiram os efeitos, pois se antes o professor precisava alfabetizar em papel, ensinar a modelar a letra, hoje o professor precisa estar atualizado, pois as crianças já vêm na lógica do letramento digital o que exige que o professor mude sua forma de atuação e que esteja sempre atualizado às novas tecnologias.
Stuart Hall resume os sujeitos da modernidade como cartesiano (sujeito dono do seu discurso), descentrado (indivíduo sujeitado) e psico-social (sujeito que não é sujeitado as condições sociais.

O professor deve ter consciência do seu espaço de atuação e de que ele é ator e co-ator do processo de aprendizagem. Assim, o professor deve alinhar suas práticas às demandas do letramento digital e pensar em ser um docente inovador que rompe com a forma conservadora de ensinar, que busca reconfigurar saberes e que faz com que o professor tenha formas de ação que unam teoria e prática.
Esse docente inovador e articulador do processo de aprendizagem, fomentador de utopias e emancipações de diretrizes e, sábio, eclético e sincrético que colabora para o desenvolvimento de diferentes tipos de aprendizagem.

Dentro dessa prática do professor no segundo vídeo “Os gêneros digitais e a descoberta da autoria em textos acadêmicos”, são postos alguns recursos interessantes a serem utilizados, como por exemplo, o uso de blogs, fóruns em que a turma possa interagir e compartilhar informações e interesses de cada um. Se torna um espaço além da sala de aula para o educando se sentir a vontade para construir e reconstruir, elaborar e reelaborar seus conhecimentos de acordo com sua habilidade e seu ritmo; sendo assim uma ampliação do conhecimento.

Trabalhar gêneros textuais, a partir da construção de um artigo acadêmico e as questões que o cercam, observando as partes que compõem o artigo e sua estrutura também se constitui em importante fonte de aprendizado.

Trabalhos de pesquisa com o professor sempre orientando, produção de artigos, de textos próprios. O fórum e o blog serviriam como uma importante ferramenta para a construção do saber, onde os alunos postam seus questionamentos e têm acesso também as informações fornecidas pelos outros colegas. Aprender a construir um texto onde qualquer leitor que pegue o texto leia e entenda é importante. Se fizer uso de termos técnicos é viável que explique esses termos.

A experiência do fórum e do blog favorece a construção coletiva do conhecimento, e para aqueles que estão na monitoria podem desenvolver a questão da docência em outro ambiente, e nesse caso o virtual.

Em todos esses recursos explicitados o professor se faz presente como auxiliador nesse processo e fica clara a importância da leitura e escrita mesmo mudando a sua forma de ensino e aprendizagem.

1 de novembro de 2010

CARDÁPIO

Postado por Ana Paula às 19:24 0 comentários
TIPO TEXTUAL: INFORMATIVO / DESCRITIVO
GÊNERO TEXTUAL: CARDÁPIO


Características do Gênero Textual Cardápio
O gênero Textual Cardápio é de Cunho informativo, tendo como objetivo orientar e informar as pessoas sobre os pratos/produtos oferecidos no estabelecimento.
Seu tipo textual é descritivo, onde descreve os pratos e os ingredientes do prato em questão.
Esse gênero textual serve para informar as pessoas(clientes) sobre os tipos de alimentos servidos no local em questão. Os cardápios podem variar de acordo com o local, e podem ser utilizados em restaurantes, bares e lanchonetes, e locais similares.
Geralmente a estrutura de um cardápio é organizada de maneira que o produto seja seguido de seu preço, sendo estruturados um abaixo do outro, sendo separados por categorias.
As principais características contidas em um cardápio são:
* O nome da empresa
* Categorias( entrada, sopas, bebidas, sobremesas)
*O tipo do prato( pode vir especificando os alimentos contidos, ou não)
*O valor do prato

CRÉDITOS: http://camilacolombeki.blogspot.com/

Há alguns fatores que são determinantes ao montar um cardápio como: Consumidores, é necessário conhecer o público a que se destina o cardápio a ser elaborado, pois de acordo com as peculiaridades dos clientes (poder aquisitivo, idade, sexo, tempo disponível, tipo de comemoração, atividade, etc.), o planejamento tentará atingir a clientela alvo.
Preferências regionais deve- se tomar muito cuidado com estas preferências, cada localidade tem suas características, hábitos, pela disponibilidade e tem suas preferências alimentares já bem definidas. Assim sendo, é preciso atentar para oferecer alimentos que possam ser incorporados ao dia-a-dia do cliente, sem maiores rejeições.
Variação Climática a variação no tempo, quando bem definida, em certos locais de acordo com a estação do ano, é outro fator a ser levado em conta. Assim sendo, quando for frio, o cardápio deve oferecer alimentos que forneçam sensação de calor: sopas fumegantes, bebidas escaldantes; na época de calor, a apresentação deve buscar: saladas cruas, as bebidas geladas, o frescor de gelatinas, etc.
Localização em zonas centrais que congregam uma enorme densidade de construções, tem trânsito difícil, estacionamento limitado ou inexistente é que se localizam o maior número de bancos, escritórios, empresas, hotéis de grande porte(hoje em dia nem tanto), entre outros. Usando um raciocínio lógico, vemos que os clientes que irão utilizar os serviços de alimentação de uma zona assim são pessoas que já estão no centro na hora do almoço, tendo um tempo limitado para a refeição. Assim sendo, um cardápio rápido tipo executivo é a melhor pedida.
Algumas características como ilustrações, formas de pagamento, sugestões do dia, promoções e combinações, também podem estar presentes neste gênero textual, cabe a empresa organizar seu cardápio de acordo com a sua preferência.

EU FIZ UM CARDÁPIO DE SUCOS


CHARGE

Postado por Ana Paula às 19:20 0 comentários
TIPO TEXTUAL:
GÊNERO TEXTUAL: CHARGE


O termo charge é um galicismo, isto é, um empréstimo lingüístico de outra língua. Nesse caso, da língua francesa. O seu significado carga representa um ataque onde a realidade é reapresentada com o auxílio de imagens e palavras, ou em alguns casos com somente imagens.
Charge é uma ilustração cômica que satiriza de forma crítica os acontecimentos sociais e políticos. Embora seja importante numa charge o seu conteúdo humorístico, ela é feita ainda à mão para preservar seu valor artístico, podendo ser montada ou retocada por computador.
O gênero charge articula harmoniosamente as duas linguagens – a verbal e a não-verbal. Ela demonstra que o sentido dele é construído na oscilação entre o já-dito e o não-dito. Propõe-se usar esse sentido na sala de aula, como opção viável para o ensino da leitura e da escrita da língua portuguesa.
Charge é uma ilustração cômica que satiriza de forma crítica os acontecimentos sociais e políticos. Embora seja importante numa charge o seu conteúdo humorístico, ela é feita ainda à mão para preservar seu valor artístico, podendo ser montada ou retocada por computador.
O gênero charge articula harmoniosamente as duas linguagens – a verbal e a não-verbal. Ela demonstra que o sentido dele é construído na oscilação entre o já-dito e o não-dito. Propõe-se usar esse sentido na sala de aula, como opção viável para o ensino da leitura e da escrita da língua portuguesa.
A interpretação da charge por um leitor requer dele o conhecimento de aspectos lingüísticos e não-lingüísticos. Desse modo, a interpretação passa também pelos modelos prévios de mundo que o leitor conhece. O leitor deve ver a charge com o portador de uma intenção comunicativa e entenda a escolha do autor como marcas dessa intenção.

CRÉDITOS: http://pedagogialecy.blogspot.com/



Minha charge é uma crítica ao ensino da matemática sem a contextualização com o cotidiano do aluno.
Na charge, a professora está ensinando o velho hábito de arme e efetue, enquanto que o aluno não está nem aí pra aula, pois está pensando em assim que sair daquela sala de aula ir brincar com seus amigos, porque é bem melhor do que estar ali naquela sala de aula.
O papel do professor é propor atividades que estimulem o aluno a pensar, refletir, e inventar, realizando tarefas com qualidades e não só quantidades.

CARTA PESSOAL

Postado por Ana Paula às 19:16 0 comentários
TIPO TEXTUAL: NARRATIVO / DESCRITIVO
GÊNERO TEXTUAL: CARTA PESSOAL]


A carta é utilizada para estabelecer comunicação, para transmitir uma mensagem de uma pessoa a outra, é um gênero textual que envolve um remetente e um destinatário. É escrita em primeira pessoa e visa um tipo de leitor.
Ao escrever uma carta deve-se utilizar a linguagem adequada ao tipo de destinatário, não perdendo a visão de para quem o texto está sendo escrito, podendo ser formal ou informal.
Geralmente é dividido em:
• Local e data
• Destinatário
• Saudação
• Interlocução com o destinatário
• Despedida.
Existem vários tipos de carta: pessoal, comercial, argumentativa, solicitação, informação, reclamação, do leitor.
A carta pessoal é usada quando queremos nos comunicar com alguém próximo, parente, amigos, conhecidos.A linguagem vai depender do grau de intimidade com o destinatário.

Texto produzido por Alessandra Nascimento, Jessica Delazari e Thayná Moreira
CRÉDITOS: http://jessicadelazari.blogspot.com/




Rio de Janeiro, 29 de outubro de 2010
Querida amiga Luciene!
Estou escrevendo esta carta, porque estou com muitas saudades, você não mandou mais notícias suas, fiquei muito preocupada.
Espero que esteja bem, mas não deixe de responder esta carta.
Aqui em casa estão todos bem, contudo sentimos muito a sua falta, e sempre nos lembramos dos nossos passeios e tardes que passamos nos divertindo.
Venha nos fazer uma visita. Estamos lhe aguardando.
Beijinhos!
Ana Paula

FÁBULA

Postado por Ana Paula às 19:08 0 comentários
TIPO TEXTUAL NARRATIVO
GÊNERO TEXTUAL: FÁBULA


Fábula é uma pequena narrativa em que se aproveita a ficção alegórica para sugerir uma verdade ou reflexão de ordem moral, com intervenção de pessoa, animais e até entidades inanimadas. (Modeiro Dicionário de Língua portuguessa-Michaelis)

Características das Fábulas:

A fábula trata de certas atitudes humanas, como a disputa entre fortes e fracos, a esperteza, a ganância, a gratidão, o ser bondoso, o não ser tolo.

Muitas vezes, no finalzinho das fábulas aparece uma frase destacada chamada de MORAL DA HISTÓRIA, com provérbio ou não; outras vezes essa moral está implícita.

Não há necessidade de descrever com muitos detalhes os personagens, pois o que representam nas fábulas (qualidades, defeitos) já é bastante conhecido.

Tempo indeterminado na história.

É breve, pois a história é só um exemplo para o ensinamento ou o conselho que o autor quer transmitir.

Conflito entre querer / poder.

O título não deve antecipar o assunto, pois não sobraria quase nada para contar.

A resolução do problema deve combinar com a sua intenção ao contar a fábula e com a moral da história.
CRÉDITOS: http://www.alessandrataelp.blogspot.com/

O GATINHO CONQUISTADOR




O dia amanheceu tão lindo e tão ensolarado, que o gatinho resolveu sair para dar uma volta em seu carro novo.
Antes dele sair tomou um banho, comeu seu prato de mingau, enrolou-se em um novelo de lã e quando estava quase pronto pra sair, teve a idéia de chamar a gatinha de frente da sua casa, para dar uma voltinha com ele.
Então pegou o telefone e miou pra ela, ela toda feliz miou pra ele, e assim combinaram de sair juntinhos por aí.
O gato colocou um de seus perfumes que deixam as gatas todas derretidas por ele, pegou o seu carro e foi até a casa da gatinha para buscá-la. Ela entrou no carro e ele pisou fundo e saiu.
Resolveu pegar a estrada e ir conhecer a nova loja “Eu mio, Ela mia e Nós miamos”, uma loja especializada em tudo para gatos e gatinhas viverem felizes pra sempre.
Como eu disse, ele pisou fundo, pisou tão fundo que acelerou tanto que ele nem conseguiu frear, de tão apressado em ir a loja com sua gatinha, acabou apressando-se em ir ao hospital, pois sofreu um acidente, onde fraturou sua patinha, sua gatinha nada sofreu.

"Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital."

ARTIGO DE OPINIÃO

Postado por Ana Paula às 18:54 0 comentários
TIPO TEXTUAL: ARGUMENTATIVO/INFORMATIVO
GÊNERO TEXTUAL: ARTIGO DE OPINIÃO


O artigo de opinião, como o próprio nome já diz, é um texto em que o autor expõe seu posicionamento diante de algum tema atual e de interesse de muitos. É um texto dissertativo que apresenta argumentos sobre o assunto abordado, portanto, o escritor além de expor seu ponto de vista, deve sustentá-lo através de informações coerentes e admissíveis. Logo, as idéias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, o mesmo deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados, além de assinar o texto no final É muito comum artigos de opinião em jornais e revistas. a intenção é atingir todo tipo de leitor. Uma característica muito peculiar deste tipo de gênero textual é a persuasão, que consiste na tentativa do emissor de convencer o destinatário, neste caso, o leitor, a adotar a opinião apresentada. Por este motivo, é comum presenciarmos descrições detalhadas, apelo emotivo, acusações, humor satírico, ironia e fontes de informações precisas. Como dito anteriormente, a linguagem é objetiva e aparecem repletas de sinais de exclamação e interrogação, os quais incitam à posição de reflexão favorável ao enfoque do autor. Outros aspectos persuasivos são as orações no imperativo (seja, compre, ajude, favoreça, exija, etc.) e a utilização de conjunções que agem como elementos articuladores (e, mas, contudo, porém, entretanto, uma vez que, de forma que, etc.) e dão maior clareza às idéias. Geralmente, é escrito em primeira pessoa, já que trata-se de um texto com marcas pessoais e, portanto, com indícios claros de subjetividade, porém, pode surgir em terceira pessoa. Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/redacao/artigo-opiniao.htm

video


BRINQUEDOS CANTADOS NAS ESCOLAS
Os brinquedos cantados são instrumentos dinâmicos que auxiliam o professor para trabalhar com a Educação Infantil, as aulas incluem músicas e brincadeiras de roda tornando-se mais atraente, estimulando a aprendizagem e a socialização da criança. O brinquedo cantado é como se fosse um jogo que tem o ritmo como elemento principal, mas tem regras definidas para cantar e se movimentar. São brincadeiras ativas, onde pode explorar a imitação, o faz-de-conta ou mesmo construir movimentos com as crianças. "Segundo Paiva (2000, p. 61) a educação da criança tem na música o seu mais alto elemento de socialização e ajustamento. Esta pode estar presente em todas as áreas do currículo, pois inibe o auto-isolamento, combate a agressividade, desenvolve a inteligência, o espírito de iniciativa e aprimora as habilidades motoras". Sou a favor que os brinquedos cantados estejam no cotidiano escolar da criança, mais que passatempos, as brincadeiras de roda desenvolvem a expressão oral, a audição e o ritmo das crianças, além de trabalhar também o equilíbrio e a coordenação motora. A escola tem o papel de incentivar os brinquedos cantados para que essa ferramenta, que proporciona grandes aprendizagens continue fazendo parte da nossa cultura.

BIBLIOGRAFIA:PAIVA, Ione Maria R. de. Brinquedos Cantados. Florianópolis, 2000. Disponível em: http://teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/7353.pd

CARACTERIZAÇÃO DE LUGAR

Postado por Ana Paula às 18:48 0 comentários
TIPO TEXTUAL EXPOSITIVO/DESCRITIVO
GÊNERO TEXTUAL: CARACTERIZAÇÃO DE UM LOCAL




Preste atenção nas dicas sobre esse lugar, pois no final você vai descobrir que lugar é esse.
Todo o dia passa um longo tempo dentro deste lugar, é pequeno mais muito aconchegante. Ele me protege do frio, da chuva, do calor e do vento.
Dentro dele tem: uma enorme televisão de 29 polegadas e um dvd , que ficam em cima de uma cômoda grande com 6 gavetas na cor mogno onde guardo meus sapatos, um ventilador branco grande com 3 velocidades, um enorme guarda roupa com 4 portas na cor mogno com muitas subdivisões. Há uma estante onde fica o computador com tela LCD, uma impressora cinza, CDs, telefone, livros e enfeites, em frente a estante fica uma cadeira giratória preta. Também tem uma bicama, as paredes são enfeitadas de flores coloridas em vários tamanhos, há um mural com várias fotos de amigos e amigas. A porta é decorada com fita rosa, que passa por suas bordas. Há uma mesinha onde em cima tem alguns enfeites e em baixo há pastas com materiais e também uma maleta cheia de prendedores para cabelo. As janelas são de alumínio com persianas na cor pêssego.

Adivinhou que lugar é esse? É O MEU QUARTO

RESENHA

Postado por Ana Paula às 17:56 0 comentários
TIPO TEXTUAL: DISSERTATIVO
GÊNERO TEXTUAL: RESENHA


Resenha é uma produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito de acontecimentos culturais (como uma feira de livros, por exemplo) ou de obras (cinematográficas, musicais, teatrais ou literárias), com o objetivo de apresentar o objeto (acontecimento ou obras), de forma sintetizada, apontando, guiando e convidando o leitor (ou espectador) a conhecer tal objeto na integra, ou não (resenha crítica).
Uma resenha deve conter uma análise e um julgamento (de verdade ou de valor).
Uma resenha pode ser:

* Descritiva – É o caso dos resumos de livros técnicos, também chamada de resenha técnica ou cientifica. A apreciação, ou o julgamento em uma resenha descritiva julga as idéias do autor, a consistência e a pertinência de suas colocações, ao longo da descrição da obra, ou seja, trata-se de um julgamento de verdade.
* Crítica ou opinativa – Nesse tipo de resenha o conteúdo apresentado é um pouco mais detalhado do que na resenha descritiva, pois os critérios de julgamento são de valor, de beleza da forma, estilo do objeto (acontecimento ou obra). A exploração um pouco maior dos detalhes ocorre devido à necessidade de que o autor da resenha fundamente suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, utilizando outros autores que trabalharam o mesmo tema.

Antes da produção da resenha de um livro – por exemplo – devem ser seguidos os seguintes passos:
- Leitura e reflexão sobre o texto do qual será feito a resenha, sendo que muitas vezes são necessárias leituras complementares para um melhor entendimento do tema.
- Resumo da obra, no qual deverão ficar clara as idéias principais do autor. Este resumo será a base para a resenha, mas não ela.
- Selecionar dentre as idéias principais, uma que será destacada, e até aprofundada (no caso das resenhas críticas).
- Emitir um julgamento de verdade (resenha descritiva) ou de valor (resenha crítica), sendo necessária a fundamentação no caso da resenha crítica.
- Elaborar a resenha a partir dos passos anteriores, sendo que a organização do texto fica a critério do autor. A resenha deve conter, ainda, uma brevíssima identificação do autor da obra (vida e outras obras). Ao fim da resenha, o autor da mesma deve se identificar.
Alguns autores indicam ainda outro tipo de resenha, chamada pelos mesmos de resenhas temáticas. Nesse caso, são apresentados vários textos e autores que falam sobre o mesmo tema, fazendo as devidas referências
Fonte: http://www.infoescola.com/redacao/resenha/



Texto: DAS PRÁTICAS CORPORAIS OU PORQUE “NARCISO” SE EXERCITA

No decorrer deste texto, vemos as relações que o corpo assume desde a antiguidade até os dias de hoje, todo o processo de docilização, controle e instrumentalização do corpo para a sociedade.
Na Europa Feudal, devido à dominação da Igreja e dos discursos que desprestigiavam a cultura corporal “o bem da alma era oposto ao corpo e, nesse sentido, preocupar-se com as práticas corporais era afastar-se das coisas da alma”. Nesse momento histórico a relação do sujeito com seu corpo passou a ser carregada de preconceitos e culpa.
Após a primeira metade do século XVIII, observou-se que o discurso médico ganha certa autonomia em relação ao discurso da Igreja, “gerando pedagogias que visavam a subjugá-lo”, as quais traduziam a necessidade de se domesticar o corpo. Nesse contexto, a ciência “que classifica e analisa o corpo e seu detalhe, é aquela que vai legitimar uma educação do corpo visando torná-lo dócil e útil”.
Os períodos citados acima e no texto são importantes para entendermos o corpo contemporâneo porque é nele que se criaram e se consolidaram algumas representações de corpo que ainda hoje marcam nossos corpos, com maior ou menor intensidade. Também nessa fase, mais precisamente a partir da Revolução Francesa e com a estruturação do Capitalismo, o corpo passou a ser tido como mercadoria, como a concretização da força de trabalho.
No filme Tempos Modernos, de Charlie Chaplin, na pele de um operário, representa de crítica a condição alienante do homem em relação ao seu corpo com o advento da mecanização, que gerou tarefas repetitivas nas quais o próprio corpo torna-se uma extensão da máquina. O filme denuncia a violência da industrialização e do progresso à custa da exploração e do descaso para com os operários, pobres e desempregados em geral.
No ambiente da produção, após a Revolução Industrial, instalou-se uma nova maneira de trabalhar. O treinamento dado para a maioria das pessoas acentuava que os seus corpos não pertenciam a si mesmos, mas aos seus chefes. Na indústria emergente, surgiu a linha de montagem (Henry Ford), que consistia na fragmentação do processo produtivo, encadeando- se várias etapas sucessivas e específicas que dariam no produto final que exigia corpos enquadrados aos processos e ritmos da produção independentes das necessidades pessoais de descanso e alimentação. Para manter-se no emprego, a pessoa deveria vencer a doença, o cansaço, as dificuldades pessoais. Aos poucos, formou-se uma força de trabalho alienada de seus corpos, como se esses fossem máquinas em meio a outras máquinas, dirigidas por seus patrões, os responsáveis por pensar a produção. Os homens e seus corpos eram vistos apenas na perspectiva do ganho econômico. O poder disciplinar, ao mesmo tempo em que promovia a utilização máxima da força de trabalho, domesticava e impossibilitava a resistência político-social do trabalhador.
Com o enfoque do discurso médico na aparência física e saudável inicia-se a associação entre saúde e estética, construindo assim a idéia de um corpo saudável, um corpo dinâmico, elegante e magro.
As práticas corporais se distanciaram do discurso médico e passaram a buscar o prazer, a liberação do corpo e o bem-estar. Os ideais de rendimento e controle se difundiram na sociedade através do trabalho industrializado e influenciaram na imagem de corpo dominante.
Transformado em espetáculo pelos meios de comunicação, o esporte, enquanto signo da sociedade contemporânea remete a imagem de viver bem, estar bem consigo, ser vitorioso, transmitido como ideais a serem atingidos pela média da população. [...] o esporte, visto como mais um produto de consumo, precisa criar protagonistas para vender em espetáculo esperado e desejado (RÚBIO, 2001, p. 103).
Desse modo, o discurso esportivo retrata os discursos contemporâneos vigentes na sociedade capitalista atual.
No mundo contemporâneo há uma busca por padrões de beleza de corpos excessivamente magros ou musculosos, responsável pelo aumento da incidência de distúrbios relacionados à auto-imagem. A mídia contribui divulgando imagens estereotipadas de uma ótica corporal que julga ser a melhor determinada pelas relações de mercado. Os meios de comunicações mostram somente corpos que se encaixam em um padrão estético “aceitável”, mediado pelos interesses da indústria de consumo.
Com as repercussões nos meios de comunicação por uma busca de um corpo “aceitável”, as pessoas acabam desencadeando uma série de distúrbios, que giram em torno de anseios mercadológicos. Pois há uma necessidade humana de encaixar-se no padrão de beleza ou em uma identidade estética, quando isso não acontece ou aparecem dificuldades, as pessoas acabam procurando as cirurgias plásticas, o uso de substâncias químicas para conseguir a “boa” forma física, ou acabam sendo assoladas por comportamentos como a bulimia, a anorexia e o narcisismo.
As academias hoje se apresentam cada vez mais sofisticadas. Foram incorporados a sua estrutura física, além do espaço destinado à prática do exercício físico, lojas, bares e clínicas estéticas, formando verdadeiros centros de culto ao corpo. O trabalho corporal desenvolvido pelas academias obedece à lógica das máquinas: onde tudo é cronometrado e mecanizado. Silva afirma que a lógica da máquina “impõe a obediência dos seres humanos à organização mecânica, ignorando o indivíduo e sua condição de sujeito” (2001, p. 102).
Por meio do exemplo de Narciso, no qual o valor primordial era o culto ao corpo como beleza a ser contemplada e admirada, encontramos uma amplitude simbólica que vai além da representação do real. Onde nossos corpos são produtos, construído segundo os moldes do consumo, docilizados e disciplinados para o mercado de corpos, a sociedade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:• Das PRÁTICAS CORPORAIS OU PORQUE NARCISO SE EXERCITA. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Vol.17, n.3, maio, 1996, p. 244-251. ...
• RÚBIO, K. O Atleta e o Mito do Herói. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001
• SENNETT, Richard. O DECLÍNIO DO HOMEM PÚBLICO. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
• SILVA, Ana Márcia. O corpo do mundo: Algumas reflexões acerca da expectativa de corpo atual. In: GRANDO, José Carlos (org). A (DES) CONSTRUÇÃO DO CORPO. Blumenau: Edifurb, 2001.

12 de outubro de 2010

GÊNERO TEXTUAL - RECEITA CULINÁRIA

Postado por Ana Paula às 19:17 0 comentários



GÊNERO TEXTUAL – RECEITA CULINÁRIA
TIPO DE TEXTO – INJUNÇÃO
Mas também está presente a descrição e a narração.


Textos injuntivos são aqueles que indicam procedimentos a serem realizados, indicam como realizar uma ação. É também utilizado para predizer acontecimentos e comportamentos. Utiliza linguagem objetiva e simples. Os verbos são, na sua maioria, empregados no modo imperativo.


Características de uma receita
A receita é um gênero textual que apresenta duas partes – ingredientes e modo de fazer ou de preparo, que podem ou não vir indicadas por títulos. A primeira parte apenas relaciona os ingredientes, estipulando as quantidades necessárias, indicadas em gramas, xícaras, colheres, pitadas, etc. A segunda parte dita os modos de como devemos proceder para fazer a receita passo a passo. Por isso o gênero textual receita é um texto instrucional, ele regula com precisão o comportamento humano para realização de algum objetivo.
• A receita contém título;
• Apresenta uma estrutura constituída de: título, ingredientes e modo de preparo ou de fazer;
• No modo de fazer, os verbos geralmente são empregados no imperativo;
• Pode conter indicação de calorias por porção, rendimento, dicas de preparo ou de como decorar e servir, etc.;
• A linguagem é direta, clara e objetiva;
• Uso de formas de ordenação e esquematização: numeração dos passos a serem seguidos, roteiros, etc.

Receita: instruções que orientam a preparação de uma iguaria. (...) predomina uma linguagem instrucional com uso de formas verbais (imperativo, infinitivo) de valor imperativo ou impessoal. Em culinária, a receita estrutura-se geralmente em duas partes: Ingredientes e Modo de Preparo, incluindo-se, muitas vezes, a maneira de servir. (COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008, p.157)

A receita culinária é destinada a alguém que pretende fazer uma determinada comida. O objetivo dela é fazer com que o destinatário possa fazer comidas a partir da leitura da receita. Normalmente as receitas são publicadas em: livros de receitas, jornais, revistas, caderno de receitas, embalagens de produtos etc.


Pavê da Bonekinh@
Por Ana Paula Lopes Barreto

Ingredientes
2 caixas de creme de leite (2 colheres de sopa em cada creme e 1 caixa inteira na cobertura)
3 caixas de leite (500 ml em cada creme e o restante para molhar os biscoitos)
2 pacotes de biscoito de maisena
3 caixas de pudim (coco, chocolate e baunilha)
1 pacote de coco ralado (500g para cobertura)
Amido de milho (para engrossar os pudins, (2 colheres de sopa de amido de milho)
Açúcar (2 colheres de sopa de açúcar)



Modo de Preparo
Em uma panela coloque 500 ml de leite e misture o pacote de pudim de coco e 2 colheres de sopa de açúcar, em seguida leve ao fogo, mexa bem. Quando estiver quase pronto, faça em um recipiente a mistura de 2 colheres de sopa de amido de milho dissolvido e m um pouco de leite. Dissolva e junte ao creme mexa bem rápido por 3 minutos. (essa mistura irá fazer o creme ficar bem grosso). Tire do fogo e coloque 2 colheres de sopa de creme de leite, mexa e reserve este creme. (o creme de leite deixa mais leve e cremoso)
Forre o fundo de uma forma refratária com creme de coco.
Coloque em um recipiente um pouco de leite e umedeça os biscoitos maisena. Assim que estiverem molhadinhos coloque-os em cima do creme de coco, fazendo uma camada só de biscoitos.
Prepare o creme de chocolate da mesma maneira que o primeiro. Depois de feito coloque o segundo creme em cima dos biscoitos de maisena.
Coloque novamente outra camada de biscoito de maisena em cima do creme de chocolate.
Prepare o creme de baunilha da mesma maneira que o primeiro. Depois de feito coloque o terceiro creme em cima dos biscoitos de maisena.
Coloque novamente outra camada de biscoito de maisena em cima do creme de baunilha.


COBERTURA
Em uma panela coloque 500 ml de leite, despeje o pacote de coco ralado, coloque as 2 colheres de sopa de açúcar e mexa bem por 10 minutos. Prepare uma mistura de 2 colheres de sopa de amido de milho dissolvido em um pouco de leite. Assim que estiver pronto junte ao creme mexendo bem rápido por 5 minutos, tire do fogo e misture ao creme 1 caixa de creme de leite.
Coloque essa mistura por cima dos biscoitos. Decore com o coco ralado e leve à geladeira por 2 horas e sirva em seguida.


DICA:
Para que os biscoitos não quebrem por causa do leite, deve-se apenas umedecê-los e colocar no recipiente (travessa).
Pode enfeitar a parte de cima do pavê com creme de leite e decorar com(morango, uvas, pessêgo, coco ralado, raspas de chocolate, etc.

BIBLIOGRAFIA:
http://romaosampaio.wordpress.com/genero-textual-a-receita/
www.smec.salvador.ba.gov.br/.../por-que-trabalhar-com-receita.pdf

GÊNEROS TEXTUAIS E TIPOS TEXTUAIS

Postado por Ana Paula às 16:37 0 comentários



Este texto é um resumo feito a partir das discussões, dos conceitos de "Gêneros Textuais", realizado no dia 07 de outubro na aula de Tendências Atuais do Ensino da Língua Portuguesa 2.

Os gêneros se referem ao tratamento da língua em seu dia-a-dia nas mais diversas formas orais e escritas, na estrutura comunicativa de nossa sociedade caracterizam-se pela sua funcionalidade, seja ela cognitiva( conhecimento, aprendizagem), comunicativa( interação com o outro) ou institucional (relacionadas as instituições).

Para Marcuschi, os gêneros são formas culturais e cognitivas de ação social. Ele é essencialmente flexível e variável. Os gêneros variam como a língua, adaptando-se, renovando-se e multiplicando-se.

Podemos citar como exemplos de gêneros textuais: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem, aula expositiva, reunião de condomínio, notícia jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, instruções de uso, inquérito policial, resenha, edital de concurso, piada, conferência, carta eletrônica, bate papo por computador, aulas virtuais, conto, crônica, lenda, fábula, etc.

Um ponto muito importante que Marcuschi (2002:25) destaca é que “em todos
os gêneros também se está realizando tipos textuais, podendo ocorrer que o mesmo
gênero realize dois ou mais tipos. “Assim, um texto é em geral variado (heterogêneo)”.

Cada gênero necessita de um ensino mais específico, pois cada um apresenta
características distintas. No entanto a tipologia textual (Tipo de texto) pode-se dividir em: narração, o que se quer é contar, dizer os fatos, acontecimentos; descrição, o que se quer é caracterizar, dizer como é; dissertação busca-se o refletir, o explicar, o avaliar, o conceituar, expor idéias para dar o conhecer, para fazer saber, associando-se à análise e à síntese de representações; e injunção, diz-se aquilo que se quer, que determina, desejada, o que e/ou como fazer, incita-se à realização de uma situação e argumentação, que defende idéias, atribui qualidade a algo ou alguém.

O ensino da língua materna tem como um de seus objetivos o desenvolvimento da competência comunicativa. Isso significa que o aluno deve ser capaz de usar o maior número possível de recursos da língua para a produção de efeitos de sentido de forma adequada a cada situação específica de interação comunicativa. (TRAVAGLIA, 1997, p.17-18).

Por isso é muito importante que o aluno trabalhe com os gêneros textuais em sala de aula, tenha contato e conheça suas características nos seus mais diversos usos do cotidiano. Além disso, o trabalho com gêneros contribui para o aprendizado de prática de leitura, de produção textual e de compreensão.

BIBLIOGRAFIA:
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A.
TRAVAGLIA, L.C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1° e 2° graus. São Paulo: Cortez, 1997. 245 p.


TEXTO PRODUZIDO POR ANA PAULA LOPES, JESSICA DELAZARI E KARINA DA COSTA
 

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